sexta-feira, 19 de julho de 2024
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Lula defende taxação de carnes nobres como picanha e filé mignon; veja vídeo

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Foto reprodução

Em entrevista concedida ao Uol nesta quarta-feira (26), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) manifestou seu apoio à diferenciação tributária entre carnes comuns e cortes nobres como picanha e filé mignon. A proposta visa estabelecer uma política tributária que contemple a distinção entre os tipos de carne, alinhada à reforma tributária em discussão no Congresso. Acontece que até 2022, Lula falava que os pobres voltariam a comer picanha e tomar cervejinha, mas com a possível taxação os preços deve ficar ainda mais caros.

Proposta de Taxação

Durante a entrevista, Lula destacou a necessidade de uma abordagem diferenciada na tributação de carnes. “Nós estamos discutindo várias coisas. Vamos discutir na reforma tributária quais itens a gente quer que não pague imposto e quais a gente quer. Os empresários querem que a gente isente toda a carne. Acho que a gente tem que mediar”, afirmou o presidente.

Lula ressaltou que carnes nobres, consumidas predominantemente por pessoas de maior poder aquisitivo, deveriam ser taxadas. “Tem carne consumida por gente de padrão alto e a carne que o povo consome. Pode fazer a separação. Não vamos taxar frango, é o que o povo come todo dia”, continuou.

Reforma Tributária

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a reforma tributária, aprovada em 2023, está em tramitação no Congresso desde abril de 2024. A reforma visa estabelecer novas regras para a tributação no Brasil, incluindo a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Conforme o cronograma do Ministério da Fazenda, a regulamentação da reforma ocorrerá entre 2024 e 2025, com a transição para o modelo de IVA prevista para 2026.

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