O Supremo Tribunal Federal abriu um pregão eletrônico para contratar um serviço especializado em monitoramento e análise de sua presença nas redes sociais. O investimento previsto chega a R$ 249 mil, e o objetivo é acompanhar, de forma sistemática, a repercussão de temas relacionados à Corte no ambiente digital.
Segundo o edital, a empresa vencedora deverá classificar menções ao STF como positivas, neutras ou negativas, além de identificar conteúdos com potencial de viralização. O contrato prevê ainda a elaboração de relatórios frequentes, incluindo alertas diários — que podem variar entre 30 e 300 registros — e análises mensais mais aprofundadas sobre o desempenho institucional nas plataformas digitais.
Mapeamento de influenciadores
O serviço também inclui o mapeamento de perfis considerados relevantes no debate público sobre o STF. A empresa deverá identificar os principais formadores de opinião, avaliando o posicionamento, o alcance e a influência de suas publicações.
Os relatórios mensais deverão apresentar ainda dados sobre o impacto das postagens oficiais da Corte e o sentimento geral do público em relação aos conteúdos divulgados.
Contexto recente
A iniciativa ocorre em meio a um período de forte exposição pública do STF, especialmente após questionamentos envolvendo investigações relacionadas ao Banco Master.
Entre os episódios recentes estão a divulgação de informações sobre contratos ligados à família do ministro Alexandre de Moraes e a admissão do ministro Dias Toffoli sobre participação em um empreendimento posteriormente adquirido por um grupo associado ao empresário Daniel Vorcaro.
Objetivo da contratação
Com o novo serviço, o STF busca ampliar sua capacidade de acompanhar o debate público nas redes sociais, identificando tendências, temas sensíveis e mudanças na percepção da sociedade sobre a instituição.
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