sexta-feira, 19 de julho de 2024
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Surfista encontra Rolex de R$ 160 mil funcionando no fundo do mar na Austrália

Imagem: Instagram/Reprodução

Um surfista encontrou um verdadeiro tesouro na Austrália, no fundo do mar, literalmente. Matt Cuddihy encontrou um clássico relógio Rolex submariner no Oceano Pacífico enquanto mergulhava com snorkel em Noosa, no litoral de Queensland.

O australiano viralizou nas redes sociais após divulgar imagens do achado. Alguém encontrou sete quilhas para pranchas de surfe além do relógio.

O relógio parece ser um Rolex Submariner ref. 5513, um modelo que parou de ser fabricado em 1989. Isso significa que o relógio tem história e é muito desejado. Por exemplo, no site Chrono24, é possível comprar no Brasil um relógio usado desse mesmo modelo por cerca de R$ 160 mil.

Imagem: Instagram/Reprodução

O surfista ainda não divulgou informações sobre uma possível comercialização do item raro, mas deve sair por um valor ainda mais alto, tendo em vista a saga por trás do relógio suíço – e o fato de ainda estar funcionando perfeitamente.

Versão simples do Submariner, o modelo 5513 apresenta um cristal acrílico e uma rodela de alumínio, com pulseira de aço. Ao contrário dos Rolex modernos, essa linha não é certificada pelo Instituto Oficial Suíço de Testes de Cronômetros (COSC), instituto responsável por analisar exatidão e precisão dos relógios suíços.

“Eu estava apenas mergulhando nas mesmas áreas que normalmente vou em Noosa, e parecia haver um pouco de areia que havia se deslocado e exposto mais rochas do que o normal. Encontrei sete quilhas de prancha de surf presas entre as rochas. Olhando por cima, notei um Rolex Submariner com sua pulseira presa sob uma rocha. O vidro estava parcialmente congelado por causa da areia que se movia ao redor dele por tanto tempo”, conta Matt no post.

O mais surpreendente é que o relógio ainda está funcionando, uma prova da qualidade dos relógios de mergulho da marca suíça. “Quando peguei no oceano, lavei em água doce e grande parte da areia, sal e algas saíram. Cheirava muito mal e tinha uma grande corrosão no painel, mas o ponteiro dos segundos ainda estava se movendo. A coroa está emperrada, então tecnicamente ainda indica a hora – mas não no meu fuso horário”, relata o esportista.

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