domingo, 21 de julho de 2024
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Nova retirada de flutuantes do Tarumã-açu vai custar R$ 3,7 milhões aos cofres públicos para Prefeitura de Manaus

flutuantes do Tarumã-açu
flutuantes do Tarumã-açu

A Prefeitura de Manaus está em andamento para viabilizar novamente a retirada e desmonte dos flutuantes irregulares do Tarumã-Açu, na zona Oeste. Nesta segunda-feira (08/07), foram homologados pelo Poder Executivo dois contratos com duas empresas distintas, que somados custarão mais de R$ 3,7 milhões, para a execução dos trabalhos na orla da capital amazonense.

Responsável pela operação, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Mudança do Clima (Semmasclima) escolheu as propostas financeiras da HC Serviços e Transportes Ltda e da Elimar da Costa Lima para pagar os valores globais, respectivamente, de R$ 2.986.495,80 e R$ 736.410,00.

E conforme o termo de referência [projeto básico], a HC Serviços e Transportes, de Manaus, fornecerá os equipamentos necessários para a logística especializada, com o apoio técnico e operacional de funcionários da empresa. Serão utilizados um empurrador em aço naval, uma balsa, uma escavadeira hidráulica, dois botes de pequeno porte, um caminhão munck, um caminhão limpa fossa e um caminhão baú.

Já os serviços de transporte pelo rio Tarumã-Açu ficarão por conta da empresa Elimar da Costa Lima, que tem o nome fantasia de Néctar Transporte e Serviços Náuticos e também está localizada em Manaus. O transporte aquaviário será por meio de um barco com capacidade mínima para 100 pessoas, três lanchas de alumínio cobertas para 10 pessoas no mínimo em cada e um bote em alumínio para os equipamentos de segurança. A contratada também disponibilizará refeições preparadas para as equipes envolvidas na operação.

Na elaboração dos projetos básicos para a execução imediata da primeira fase de retirada dos flutuantes abandonados e comerciais, a Semmasclima se baseou na decisão do dia 9 de maio da Vara Especializado do Meio Ambiente (Vema), do TJAM, que determinou o restabelecimento da operação no Tarumã. Essa medida judicial foi usada para justificar as contratações das empresas e os respectivos serviços, mas o órgão municipal ignorou a última determinação da Justiça do Amazonas.


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