Seleções da América do Sul perderam apenas um duelo para equipes europeias no Mundial de 2026 até agora
A vitória da Noruega por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, nesta terça-feira (30), definiu o adversário da seleção brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo. O Brasil enfrenta os noruegueses no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília), em um duelo que pode ampliar o domínio das equipes sul-americanas sobre as europeias no torneio.
A vantagem da América do Sul ganhou força nesta segunda-feira (29), quando o Paraguai eliminou a tetracampeã Alemanha nos pênaltis e garantiu vaga nas oitavas de final. O resultado reforçou o retrospecto positivo das seleções sul-americanas diante dos europeus neste Mundial.
Até o momento, os confrontos entre os dois continentes registram ampla vantagem para a América do Sul. Em sete partidas, os sul-americanos somam quatro vitórias, dois empates, um deles transformado em classificação paraguaia nos pênaltis, e apenas um triunfo europeu.
Os resultados até aqui são os seguintes:
- Brasil 3 x 0 Escócia (fase de grupos);
- Paraguai 1 x 0 Turquia (fase de grupos);
- Argentina 2 x 0 Áustria (fase de grupos);
- Equador 2 x 1 Alemanha (fase de grupos);
- Uruguai 0 x 1 Espanha (fase de grupos);
- Colômbia 0 x 0 Portugal (fase de grupos);
- Paraguai 1 (4) x 1 (3) Alemanha (segunda fase).
O Paraguai é o principal destaque sul-americano diante das seleções europeias. Além de vencer a Turquia na fase de grupos, a equipe eliminou a tetracampeã Alemanha após empate por 1 a 1 e vitória por 4 a 3 nos pênaltis, garantindo vaga nas oitavas de final pela quinta vez em sua história.
A rivalidade entre América do Sul e Europa é uma das mais tradicionais da história das Copas do Mundo. Juntos, os dois continentes conquistaram todos os 22 títulos do torneio, sendo 12 para os europeus e 10 para os sul-americanos.
A seleção brasileira também chega embalada para o confronto contra a Noruega após eliminar o Japão por 2 a 1 na segunda fase. Caso avance às quartas de final, a equipe comandada por Carlo Ancelotti terá a chance de ampliar o retrospecto favorável da América do Sul diante das seleções europeias.
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