Categoria cobra reajuste salarial de 12% e ameaça paralisar 100% da frota de ônibus da capital.
A cidade de Manaus poderá enfrentar uma paralisação total do transporte coletivo nesta segunda-feira (18). O anúncio foi feito pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano e Rodoviários de Manaus (Sintro-AM), Givancir Oliveira, após impasse nas negociações salariais com as empresas de ônibus da capital.
A declaração foi divulgada por meio de vídeo publicado nas redes sociais do sindicato.
Categoria cobra reajuste salarial
Segundo Givancir Oliveira, os trabalhadores reivindicam reajuste salarial de 12%. No entanto, de acordo com o dirigente sindical, as empresas do setor ainda não apresentaram uma proposta considerada satisfatória pela categoria.
Diante da falta de acordo nas negociações, os rodoviários decidiram iniciar uma greve por tempo indeterminado.
“Na segunda-feira Manaus poderá paralisar 100% da frota caso o Sinetram não sente na mesa de negociações e garanta pelo menos um aumento de 12% para a categoria”, afirmou o presidente do Sintro-AM.
Paralisação pode afetar milhares de passageiros
Caso a greve seja confirmada, milhares de usuários do transporte público poderão ser impactados na capital amazonense.
O transporte coletivo é utilizado diariamente por trabalhadores, estudantes e demais passageiros que dependem dos ônibus para deslocamentos entre bairros e áreas centrais da cidade.
A possível paralisação também pode provocar aumento na procura por transportes alternativos e aplicativos de mobilidade.
Trânsito pode registrar reflexos durante a greve
Além dos impactos no transporte público, a greve poderá causar reflexos no trânsito da capital, principalmente nos horários de pico.
Com a redução ou paralisação da circulação de ônibus, a expectativa é de aumento no fluxo de veículos particulares e maior lentidão em vias estratégicas de Manaus.
Sinetram ainda não se pronunciou
Até o momento, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) não divulgou posicionamento oficial sobre a ameaça de paralisação anunciada pelos rodoviários.
As negociações entre trabalhadores e empresários seguem sem definição.
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