16/02/2026
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Operação Brasil–Peru Destrói Três Aeronaves Usadas no Tráfico Internacional de Drogas na Fronteira Amazônica

Operação Brasil–Peru
Foto reprodução

Uma operação integrada entre forças de segurança do Brasil e do Peru apreendeu e destruiu, no domingo (15), três aeronaves utilizadas por organizações criminosas no tráfico internacional de drogas. Os aviões foram encontrados em uma pista clandestina localizada na comunidade indígena Nova Galiléia, no distrito de Ramón Castilla, em território peruano, próximo à fronteira com o estado do Amazonas.

A ação faz parte de um esforço conjunto para combater rotas aéreas ilegais usadas no transporte de drogas entre países da América do Sul.

Aeronaves tinham prefixo brasileiro

De acordo com a Polícia Nacional do Peru, as três aeronaves possuíam registro brasileiro e eram empregadas para transportar drogas do Peru para o Brasil. As investigações iniciais apontam que os voos teriam partido dos estados do Pará e de Mato Grosso, reforçando o caráter interestadual e internacional da operação criminosa.

No local, as equipes também encontraram produtos químicos utilizados na produção de pasta base de cocaína, indicando que a estrutura clandestina funcionava como ponto de apoio ao narcotráfico.

Aviões e materiais foram destruídos no local

As autoridades peruanas informaram que as aeronaves foram incendiadas na própria pista clandestina, junto com os insumos químicos apreendidos. A destruição imediata foi adotada para impedir a reutilização dos equipamentos e enfraquecer a logística do tráfico na região.

As forças de segurança seguem trabalhando para identificar e localizar os pilotos responsáveis pelas aeronaves brasileiras envolvidas no esquema.

Ação conjunta entre Brasil e Peru

A operação contou com participação da Polícia Federal, por meio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) de Tabatinga e Manaus. Também atuaram a Companhia de Operações Especiais (COE) e o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) das polícias militares do Amazonas e de Mato Grosso, além do Exército Brasileiro e da Divisão de Manobras Contra o Tráfico de Drogas do Peru.

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