Fenômeno já confirmado pela Nasa e só deve se repetir com características semelhantes daqui a mais de 157 anos.
O mundo vai ficar sem a luz do sol por cerca de seis minutos por conta de um eclipse solar. O fenômeno está previsto para acontecer em 2 de agosto de 2027, segundo a Nasa e deve ter duração de aproximadamente seis minutos e 23 segundos, sendo considerado o eclipse solar mais llongo do século 21.
Esse evento astronômico ocorre quando a Lua se posiciona entre o planeta Terra e o Sol, bloqueando total ou parcialmente a luz solar. Esse alinhamento só é possível durante a fase de Lua nova, quando o satélite natural está no mesmo plano do Sol em relação à Terra.
Os eclipses solares são classificados em quatro tipos.
Anular: acontece quando a Lua está mais distante da Terra e não consegue cobrir completamente o Sol, formando um “anel de fogo” ao redor do disco solar.
Híbrido: é um tipo raro, que pode variar entre total e anular dependendo da localização do observador.
Parcial: ocorre quando apenas uma parte do Sol é encoberta pela Lua, reduzindo a luminosidade.
Total: acontece quando a Lua cobre completamente o Sol, provocando escuridão temporária em algumas regiões do planeta.
O eclipse solar poderá ser observado em sua totalidade em áreas da Islândia, Groenlândia, norte da África, Oriente Médio e partes da Europa, como Espanha e Portugal. Um dos pontos privilegiados para a observação será a cidade de Luxor, no Egito, onde o eclipse atingirá sua duração máxima. No Brasil, o fenômeno será mais discreto e poderá ser visto de forma parcial, principalmente na região Sul do país, onde a Lua encobrirá apenas uma parte do Sol.
Cuidados
A observação do eclipse exige proteção adequada, com o uso de óculos específicos para observação solar. De acordo com a Nasa, olhar diretamente para o Sol, mesmo durante o fenômeno, pode causar danos graves e permanentes à visão.
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