Após a eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, técnico italiano explicou por que escolheu o meia para a cobrança do pênalti e afirmou que o Brasil inicia um novo ciclo visando 2030.
Após a derrota para a Noruega, Carlo Ancelotti explicou que a decisão de colocar Bruno Guimarães na cobrança do pênalti não foi improvisada.
Segundo o treinador, a comissão técnica realizou um levantamento com os melhores cobradores da Seleção Brasileira e, entre os jogadores que estavam em campo, o volante aparecia como a melhor opção.
“Fizemos uma estatística dos melhores cobradores da Seleção. Entre os que estavam em campo, Bruno Guimarães era o melhor colocado para cobrar o pênalti”, afirmou.
A cobrança desperdiçada acabou sendo um dos lances mais marcantes da eliminação brasileira nas oitavas de final.
Como Ancelotti avaliou a campanha do Brasil?
Apesar da queda precoce, o treinador afirmou que a Seleção fez uma boa Copa do Mundo e acredita que a equipe tinha potencial para chegar mais longe na competição.
Para Ancelotti, o resultado diante da Noruega não apaga o desempenho apresentado ao longo do torneio.
“Fazíamos um bom Mundial até aqui e também poderíamos ter vencido hoje.”
O técnico também declarou que, na sua avaliação, o Brasil tinha elenco para disputar a decisão da Copa.
O que explicou sobre a estratégia diante da Noruega?
Ancelotti comentou que a postura defensiva da Noruega dificultou a pressão alta da Seleção Brasileira.
Segundo ele, insistir nesse tipo de marcação poderia abrir espaços para os ataques rápidos liderados por Haaland.
A estratégia adotada buscou evitar confrontos em velocidade, considerados um dos principais pontos fortes do adversário.
Como será o futuro da Seleção Brasileira?
Mesmo com a eliminação, o treinador demonstrou confiança no elenco e afirmou que o trabalho para a Copa do Mundo de 2030 começa a partir de agora.
Ancelotti destacou que a Seleção conta com uma geração promissora de jovens jogadores, além de atletas mais experientes que ainda podem contribuir no próximo ciclo.
“Não é o fim. É o princípio de um novo ciclo.”
O italiano afirmou que o grupo precisa superar a frustração da eliminação, corrigir os erros e seguir trabalhando para recolocar o Brasil na disputa pelo título mundial nos próximos anos.
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