Caso ocorreu na manhã de domingo (1º), na região do Poção
Um bebê de 1 ano e 9 meses morreu afogado na manhã de domingo (1º) em uma represa localizada no quintal de uma residência na região do Poção, zona rural de Nova Venécia, no Noroeste do Espírito Santo. A ocorrência foi confirmada pela Polícia Militar e pela Polícia Civil, e o caso segue sob investigação.
Como o afogamento aconteceu
Segundo o relato do pai à Polícia Militar, ele havia se ausentado por alguns minutos, deixando o filho sob os cuidados da mãe e de um tio da criança, que possui necessidades especiais. Ao retornar, encontrou a esposa desacordada sobre a cama, devido a crises de saúde nas quais perde momentaneamente a mobilidade e a consciência. Após despertá-la, o casal percebeu que o menino não estava na casa e iniciou as buscas.
A criança foi encontrada boiando na represa, localizada a poucos metros da residência e sem qualquer tipo de cerca ou proteção. Um vizinho que passava pelo local ajudou a retirar o menino da água. O pai tentou realizar manobras de reanimação, mas a criança já estava sem sinais vitais.
Atuação das autoridades
- A Polícia Militar preservou a área até a chegada da perícia.
- A Polícia Científica encaminhou o corpo para a Seção Regional de Medicina Legal (SML) de Colatina, onde será realizada a necropsia.
- Os pais, de 31 e 23 anos, foram conduzidos à delegacia para prestar esclarecimentos.
A Polícia Civil informou que não havia elementos suficientes para prisão em flagrante naquele momento, e ambos foram liberados após serem ouvidos. O caso foi registrado como morte a esclarecer e seguirá sob investigação.
As autoridades devem analisar:
- as condições de segurança da represa;
- o intervalo de tempo em que a criança ficou sem supervisão;
- o estado de saúde da mãe e sua capacidade momentânea de cuidado;
- o papel do tio, que possui necessidades especiais;
- eventuais sinais de negligência ou acidente doméstico.
Casos como esse, ocorridos em áreas rurais, frequentemente envolvem múltiplos fatores de vulnerabilidade, como estruturas sem proteção, distância de serviços de emergência e dificuldades de vigilância contínua.
A investigação deve avançar nos próximos dias com base no laudo da necropsia e nos depoimentos adicionais. Raimundo, você quer acompanhar as atualizações oficiais da Polícia Civil ou prefere um panorama sobre medidas de segurança para evitar acidentes semelhantes em áreas rurais?
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