O pastor Silas Malafaia elevou o tom das críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (2), afirmando que os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli deveriam ser afastados “imediatamente” até a conclusão das denúncias relacionadas ao Banco Master. As declarações foram feitas em entrevista e reforçam o discurso que o líder religioso já havia adotado em manifestações recentes.
Alegações sobre o caso Master e pedidos de afastamento
Malafaia classificou as denúncias envolvendo o banco como “gravíssimas” e afirmou que a permanência dos ministros no cargo comprometeria a credibilidade das investigações. Ele citou diretamente o contrato do escritório da esposa de Moraes com o Banco Master, chamando-o de “corrupção deslavada” e defendendo quebra de sigilo e investigação aprofundada.
Segundo o pastor, o afastamento seria necessário para evitar interferências e garantir transparência no processo.
Críticas ao Inquérito das Fake News
Durante a entrevista, Malafaia voltou a atacar o Inquérito das Fake News, instaurado em 2019 e prorrogado diversas vezes. Ele acusou Moraes de usar o inquérito para intimidar servidores da Receita Federal, citando medidas como afastamentos, uso de tornozeleira eletrônica e restrições de acesso às repartições.
Para o pastor, o inquérito teria se transformado em um instrumento de abuso de autoridade e interferência indevida.
Pressão sobre o Senado e críticas a Davi Alcolumbre
Malafaia também direcionou críticas ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmando que ele “senta em cima” de pedidos de impeachment contra ministros do STF e impede o avanço da CPI do Banco Master. Segundo o pastor, Alcolumbre não convoca sessão conjunta do Congresso porque isso obrigaria a instalação da CPI, o que atingiria aliados políticos.
As falas reforçam a tensão entre setores da direita e a cúpula do Senado, especialmente em torno da investigação sobre o banco.
Contexto político e escalada das tensões
As declarações de Malafaia ocorrem em meio a uma onda de manifestações nacionais organizadas por grupos de direita, nas quais o pastor tem sido uma das vozes mais presentes. Nos atos, ele chamou Moraes de “ditador da toga”, acusou o ministro de instituir “crime de opinião” e afirmou que o STF vive um processo de desmoralização.
O episódio se insere em um cenário de crescente disputa institucional entre Legislativo, Judiciário e grupos políticos que pressionam por investigações e mudanças na condução de inquéritos sensíveis.
A crise envolvendo o caso Master e as críticas ao STF continuam a se intensificar. Raimundo, você quer acompanhar os próximos desdobramentos da CPI do Banco Master ou prefere entender como essas tensões podem afetar o cenário político de 2026?
O pastor Silas Malafaia fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira (2). Em entrevista, o líder religioso afirmou que os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli deveriam ser afastados “imediatamente” até a conclusão de denúncias relacionadas ao Banco Master.
Segundo Malafaia, as acusações são “gravíssimas” e exigiriam providências cautelares enquanto as apurações estiverem em andamento.
Questionamentos sobre o Inquérito das Fake News
Durante a entrevista, o pastor também criticou a condução do chamado Inquérito das Fake News, instaurado em 2019 e prorrogado diversas vezes. A investigação voltou ao centro do debate após determinação para apurar o vazamento de dados da Receita Federal envolvendo autoridades da Corte e familiares.
Malafaia afirmou que há interferência indevida no uso do inquérito, citando medidas como afastamentos de servidores e restrições impostas durante as apurações.
O Inquérito das Fake News não possui prazo definido para encerramento e segue com novos desdobramentos.
Críticas ao Senado
O líder religioso também mencionou o presidente do Senado Federal do Brasil, Davi Alcolumbre, ao questionar a dificuldade de avançar pedidos de impeachment contra ministros do STF.
Segundo Malafaia, há resistência institucional para dar andamento a esse tipo de processo, o que, na avaliação dele, impede maior fiscalização sobre membros da Corte.
Contexto político
As declarações ocorrem em meio a debates sobre limites institucionais entre os Poderes e a atuação do Judiciário em investigações sensíveis. Até o momento, os ministros citados não se manifestaram publicamente sobre as críticas.
O episódio reforça a tensão política envolvendo decisões judiciais, denúncias em apuração e o papel do Congresso Nacional na análise de eventuais pedidos de afastamento de ministros do Supremo.
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