Documento enviado ao STF relata transferência emergencial e quadro de saúde ainda sem previsão de alta.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório com informações sobre a internação do ex-presidente Jair Bolsonaro, ocorrida no último dia 13. O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes e descreve, inclusive, a avaliação médica que indicou risco de morte, motivando a transferência urgente do custodiado para uma unidade hospitalar.
Bolsonaro passou mal enquanto estava detido e precisou ser levado às pressas para atendimento médico, onde permanece internado desde então.
Transferência foi realizada sob escolta policial
A remoção do ex-presidente foi comunicada oficialmente ao STF pela direção da chamada “Papudinha”, área destinada à custódia especial no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
De acordo com o relatório, a escolta teve início às 6h52, após recomendação da médica responsável pelo plantão. A decisão foi tomada diante do risco à vida do ex-presidente. O deslocamento foi concluído por volta das 8h55, com a chegada ao Hospital DF Star.
Ex-presidente cumpre pena no DF
Jair Bolsonaro está preso no local para cumprimento de pena de 27 anos e três meses, decorrente de condenação no processo relacionado à trama golpista. Durante o período de custódia, a administração do presídio acompanha as condições de saúde do ex-presidente, adotando medidas conforme necessidade médica.
Defesa pede prisão domiciliar
Após o episódio de saúde, a defesa de Bolsonaro apresentou um novo pedido de prisão domiciliar ao ministro Alexandre de Moraes. Até o momento, não há prazo definido para a análise da solicitação.
Estado de saúde segue estável, mas sem previsão de alta
Segundo boletim médico divulgado nesta sexta-feira (20), Bolsonaro apresenta evolução clínica e laboratorial considerada positiva. Apesar disso, ele permanece internado e ainda não há previsão para alta hospitalar.
A situação segue sendo monitorada pela equipe médica responsável, enquanto o caso também aguarda desdobramentos no âmbito judicial.
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