Segundo a PF, mais de 200 dragas usadas no garimpo ilegal foram destruídas durante a ação, que começou na segunda-feira.
Comunidades ribeirinhas do Rio Madeira, no sul do Amazonas, denunciam impactos ambientais após operação da Polícia Federal contra garimpeiros ilegais nos municípios de Humaitá e Manicoré. Relatos publicados em vídeos nas redes sociais mostram grande quantidade de óleo diesel na água e a morte de peixes nas proximidades.
Segundo a PF, mais de 200 dragas usadas no garimpo ilegal foram destruídas durante a ação, que começou na segunda-feira (15/09) e também ocorre em áreas do estado de Rondônia. O prejuízo estimado até o momento com a destruição do garimpo ilegal chega a R$ 18 milhões.
O clima permanece tenso na zona rural de Humaitá, onde as consequências da operação afetam diretamente a rotina das comunidades. Escolas públicas da região seguem com as aulas suspensas pelo terceiro dia consecutivo, devido à operação e aos riscos ambientais.
As autoridades reforçam que as ações têm como objetivo coibir o garimpo ilegal e proteger os recursos naturais do Rio Madeira, mas os moradores relatam preocupação com a contaminação da água e o impacto na pesca local.
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