19/02/2026
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O Globo: Unafisco Nacional diz que Auditores da Receita não podem ser ‘bodes expiatórios’ após vazamento contra STF

Unafisco Nacional diz que Auditores da Receita não podem ser ‘bodes expiatórios’
Foto reprodução

Duas entidades que representam auditores da Receita Federal divulgaram notas sobre a operação da Polícia Federal que investiga quatro servidores suspeitos de vazar informações sigilosas. A Unafisco criticou a forma como a investigação foi conduzida. Já o Sindifisco Nacional disse que o acesso a dados sigilosos faz parte do trabalho do auditor, mas que a divulgação dessas informações é crime.

O que diz a Unafisco

A Unafisco afirmou que os auditores não podem ser usados como “bodes expiatórios” em crises institucionais e que não devem ser expostos antes do fim das investigações. A entidade lembrou que, em 2019, dois auditores foram afastados por suspeita de vazamento e depois foram reintegrados.

A associação também criticou o uso de medidas consideradas exageradas contra servidores em uma fase ainda inicial da apuração. Para a Unafisco, punições tão severas só deveriam ocorrer com provas sólidas e conclusões técnicas definitivas.

O que diz o Sindifisco Nacional

O Sindifisco declarou que vê com preocupação o possível vazamento, já que proteger informações dos contribuintes é uma obrigação legal. No entanto, destacou que acessar dados sigilosos faz parte da rotina do auditor e não significa quebra de sigilo.

O sindicato reforçou que divulgar informações é crime e deve ser punido, mas defendeu que todos os envolvidos tenham direito à defesa.

Notas da Receita Federal e do Serpro

A Receita informou que abriu uma auditoria sobre o vazamento de dados de ministros do STF após pedido feito em janeiro. Disse também que já encontrou alguns desvios e comunicou o relator do caso no Supremo.

A Receita afirmou ainda que existe uma investigação em parceria com a Polícia Federal, cujos resultados serão divulgados no momento adequado.

O Serpro, responsável por sistemas usados pela Receita, disse que todos os acessos são rastreáveis e que seus funcionários não têm permissão para ver o conteúdo das bases de dados dos órgãos atendidos. A estatal explicou que apenas fornece e administra a infraestrutura tecnológica, sem acesso às informações fiscais.

Se quiser, posso transformar esse texto em versão resumida, nota para rádio, post para redes sociais ou até explicar o contexto jurídico do caso.

*Fonte unafisconacional


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