18/03/2026
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Governo Lula vai enviar suprimentos à ditadura de Cuba

Foto: Ricardo Stuckert/PR
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Petista voltou a colaborar com o regime socialista

Em mais um gesto de aproximação com a ditadura cubana, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estruturou uma operação para enviar ajuda à ilha caribenha, que enfrenta uma crise marcada por apagões frequentes, escassez de alimentos e colapso de serviços básicos. Segundo apurou a Oeste, o Brasil enviará toneladas de alimentos e medicamentos à ilha.

Esta não é a primeira remessa recente. Há cerca de 15 dias, o governo brasileiro já havia encaminhado antibióticos, antiparasitários e vitaminas ao país. De acordo com interlocutores, a nova operação amplia o alcance da ajuda e inclui, além de remédios, grandes volumes de alimentos.

Veja o que o governo Lula enviará a Cuba:

  • 80 toneladas de medicamentos, incluindo antifúngicos e itens para combate a arboviroses;
  • 20 mil toneladas de arroz com casca;
  • 150 toneladas de feijão preto; e
  • 200 toneladas de arroz polido.

Os insumos foram reunidos pelo Ministério da Saúde e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, comandados por Alexandre Padilha e Paulo Teixeira, respectivamente. O governo afirma que as doações não afetam o abastecimento interno.

A iniciativa ocorre em meio ao agravamento da crise na ilha, onde a população convive com longos apagões, falta de alimentos e deterioração das condições de vida — fruto do modelo econômico centralizado e da condução do regime.

Situação econômica de Cuba

Cuba enfrenta uma crise prolongada. O regime, no entanto, costuma atribuir o insucesso econômico exclusivamente às restrições norte-americanas.

Na sexta-feira 13, Díaz-Canel afirmou que autoridades iniciaram negociações com Washington. Em declaração exibida na televisão estatal, disse que o objetivo é buscar “soluções” para as divergências entre os dois países.

Apesar disso, os EUA não têm se mostrado dispostos a negociar. Trump afirmou que “pode ser uma tomada de controle [de Cuba] amigável, pode não ser uma tomada de controle amigável”. “Eles não têm energia, eles não têm dinheiro”, disse o chefe da Casa Branca. “Eles estão com grandes problemas a nível humanitário.”

*Fonte revistaoeste


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