Explosões foram registradas em Teerã e em pelo menos quatro outras cidades — Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah — após uma ofensiva conjunta dos EUA e Israel. O ataque ocorreu no início da manhã, com mísseis atingindo áreas próximas ao palácio presidencial e regiões associadas ao líder supremo Ali Khamenei.
A mídia iraniana relatou que instalações militares e estruturas estratégicas foram alvos diretos, incluindo locais ligados ao programa de mísseis balísticos. Em alguns bairros de Teerã, testemunhas viram colunas de fumaça e ouviram múltiplas explosões.
O governo iraniano fechou imediatamente o espaço aéreo do país.
Mortes e destruição: relatos de vítimas civis
Entre as informações mais graves está a morte de dezenas de estudantes em uma escola feminina no sul do Irã. A agência Fars e outros veículos locais relataram 40 a 85 mortes, dependendo da fonte, embora ainda sem confirmação independente.
O número total de mortos e feridos segue em atualização, com registros de vítimas em 24 províncias iranianas.
Justificativa de Israel e dos EUA
Autoridades israelenses classificaram a ofensiva como “preventiva”, alegando risco iminente relacionado ao programa nuclear iraniano.
O presidente Donald Trump afirmou que o objetivo é devastar as forças armadas iranianas, destruir o programa de mísseis e promover uma mudança de regime. Em pronunciamento, declarou que os EUA “não aguentam mais” a postura iraniana e que a operação pode durar vários dias.
Retaliação iraniana: mísseis contra Israel e bases americanas
A resposta de Teerã foi imediata. O Irã lançou mísseis e drones contra Israel, acionando sirenes em diversas regiões, incluindo Haifa.
Além disso, o governo iraniano afirmou ter atacado bases militares dos EUA em pelo menos seis países:
- Catar
- Kuwait
- Emirados Árabes Unidos
- Bahrein
- Jordânia
- Norte do Iraque
Explosões foram confirmadas em vários desses territórios, e os Emirados relataram a morte de uma pessoa em Abu Dhabi após interceptação de mísseis.
Pânico e colapso regional
O impacto humano e geopolítico foi imediato:
- Fuga em massa de Teerã: moradores deixaram a capital após mensagens oficiais incentivando evacuação.
- Universidades fechadas em todo o país.
- Explosões em cidades do Golfo, gerando pânico e interrupções em aeroportos.
- Fechamento do Estreito de Ormuz, rota vital para o petróleo mundial.
A situação elevou o risco de uma guerra regional de grandes proporções.
Contexto político e risco de guerra prolongada
O ataque ocorre em meio a:
- Pressões internacionais sobre o programa nuclear iraniano.
- Crise econômica e protestos internos no Irã.
- Tentativas recentes — e fracassadas — de retomada de negociações nucleares.
Autoridades iranianas haviam alertado que qualquer agressão resultaria em uma “guerra devastadora”, e a retaliação coordenada demonstra a intenção de elevar o custo estratégico para EUA e Israel.
Situação atual
Até o momento:
- Não há um número consolidado de vítimas.
- A região permanece em alerta máximo.
- A comunidade internacional pede cessar-fogo imediato.
- O risco de um conflito prolongado envolvendo vários países do Golfo é considerado alto.
Descubra mais sobre Manaustime
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
