A medida é reconhecimento formal importância histórica, religiosa, cultural e espiritual para a sociedade e para o povo do DF
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta quarta-feira (26), um Projeto de Lei que declara a Bíblia Sagrada como patrimônio cultural e imaterial do Distrito Federal. A medida, proposta pelo Poder Legislativo, é um reconhecimento formal da “sua importância histórica, religiosa, cultural e espiritual para a sociedade e para o povo do Distrito Federal”.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta quarta-feira (26), um Projeto de Lei que declara a Bíblia Sagrada como patrimônio cultural e imaterial do Distrito Federal. A medida, proposta pelo Poder Legislativo, é um reconhecimento formal da “sua importância histórica, religiosa, cultural e espiritual para a sociedade e para o povo do Distrito Federal”.
Na Justificação do projeto, é destacado que o Distrito Federal, como centro político e cultural do país, deve preservar e valorizar elementos que representam a identidade nacional e regional. O texto argumenta que a Bíblia é um dos textos mais influentes da história da humanidade, cuja importância transcende o aspecto meramente religioso.
Os principais pontos que justificam a declaração incluem:
- Importância Histórica: Contribuição para o desenvolvimento de sociedades, influenciando sistemas jurídicos e a organização social, com muitas legislações contemporâneas tendo raízes nos seus princípios éticos e morais.
- Relevância Religiosa e Espiritual: Desempenho de um papel central para milhões de cidadãos no DF, guiando a espiritualidade de cristãos e servindo como fonte de reflexão para pessoas de diferentes crenças.
- Contribuição Cultural e Educacional: Influência marcante em diversas expressões culturais, como literatura, música e artes. No âmbito educacional, seus textos são estudados por sua relevância histórica, literária e ética, promovendo discussões sobre valores universais como justiça, perdão e compaixão.
Legado
A proposta enfatiza que a declaração da Bíblia como patrimônio imaterial não tem o objetivo de privilegiar uma religião específica, mas sim de reconhecer sua contribuição para a formação dos valores que permeiam a sociedade como um todo, fomentando o respeito mútuo e a convivência harmoniosa.
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