O Brasil marcou presença na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão–Cortina, realizada nesta sexta-feira (6), na Itália, com a maior delegação já enviada pelo país ao evento. Ao todo, 15 atletas integram o time brasileiro — 14 classificados e um reserva na equipe de bobsled.
A solenidade ocorreu de forma simultânea no estádio San Siro, em Milão, e em Cortina d’Ampezzo, nas Dolomitas. Pela primeira vez, duas piras olímpicas foram acesas ao mesmo tempo, simbolizando a divisão das sedes.
Porta-bandeiras representam esperança de pódio
O esquiador Lucas Braathen, filho de mãe brasileira e pai norueguês, foi um dos porta-bandeiras do Brasil. Considerado a principal aposta do país no esqui alpino, ele chega aos Jogos como potencial candidato a um pódio inédito.
Em Cortina, a missão de conduzir a bandeira ficou com Nicole Silveira, destaque brasileiro no skeleton e nome consolidado nas provas de gelo.
Uniforme especial chama atenção
Durante o desfile, Braathen e Nicole utilizaram casacos puffer brancos, diferentes do uniforme azul-marinho do restante da delegação. No momento da apresentação, ambos abriram as peças, revelando a bandeira do Brasil estampada no interior — gesto que se destacou na cerimônia.
Delegação recorde e evolução nos esportes de inverno
A edição de 2026 marca o maior número de brasileiros já presentes em Jogos de Inverno, reflexo do crescimento do país em modalidades de neve e gelo. Apesar de não ser tradicional nesse cenário, o Brasil chega com expectativas de resultados expressivos, especialmente com Braathen entre os favoritos em sua modalidade.
O aumento de investimentos e o desenvolvimento de atletas têm ampliado a presença brasileira em competições internacionais, consolidando um avanço gradual nos esportes de inverno.
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