06/10/2026
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Rafaella Justus se pronuncia contra cyberbullying após ser atacada por votar usando a bandeira do Brasil; veja vídeo

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Foto reprodução

O que deveria ser um marco cívico comum transformou-se em um episódio de cyberbullying e intolerância na vida de Rafaella Pinheiro Justus. Após compartilhar uma foto segurando seu primeiro comprovante de votação, datado de 6 de outubro de 2024, a jovem se viu no centro de uma onda de ataques e julgamentos na internet pela militância da esquerda petista. O estopim para as agressões foi uma pequena bandeira do Brasil estampada no centro de sua regata branca, vestida por baixo de uma jaqueta jeans.

A imagem, que registrava sua primeira participação nas urnas, serviu de pretexto para que internautas presumissem sua ideologia. Em um vídeo de desabafo publicado logo após o ocorrido, Rafaella expressou sua indignação com as suposições: “A partir de uma regata decidiram meu posicionamento político, em quem eu voto, no que eu acredito, sendo que eu nunca me posicionei publicamente sobre política”.

As agressões, no entanto, rapidamente ultrapassaram a esfera do debate político e partiram para a injúria pessoal. Mensagens enviadas diretamente à jovem revelam ataques cruéis à sua aparência física e ao seu intelecto, incluindo termos como “horrorosa” e “burra”, além de comparações depreciativas dizendo que sua cabeça seria proporcional à sua falta de inteligência. Segundo os agressores, o problema da jovem estaria “na alma” e não poderia ser resolvido “nem com plástica”.

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Em resposta à narrativa criada para justificar o linchamento virtual, Rafaella gravou um pronunciamento firme. Ela questionou o estigma recente atribuído aos símbolos nacionais, defendendo seu direito de usá-los: “Eu sou brasileira, e usar a bandeira do meu país não deveria exigir explicação”. A jovem também propôs uma reflexão ao público, questionando se a exibição da bandeira de qualquer outro país causaria uma reação tão hostil.

Apesar dos ataques diretos, Rafaella fez questão de separar o direito à opinião da violência verbal. “Mesmo se eu pensasse diferente de você politicamente, isso nunca justificaria desrespeito. Discordância é uma coisa e ódio gratuito é outra, e são completamente diferentes”, pontuou.

Para frear os xingamentos e blindar seu espaço digital, ela anunciou uma medida definitiva em suas redes. A jovem desativou os comentários de suas publicações, encerrando o assunto com um recado direto aos seguidores e críticos: “No meu perfil, respeito não é opcional”.


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