06/04/2026
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Transparência Internacional cobra investigação sobre crescimento patrimonial de Alexandre de Moraes

Transparência Internacional cobra investigação sobre crescimento patrimonial
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Transparência Internacional se pronunciou sobre o aumento patrimonial do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, classificando o caso como um possível exemplo de “enriquecimento extraordinário”. A entidade citou reportagens recentes que apontam uma expansão significativa no número de imóveis vinculados ao ministro e à sua família.

Patrimônio imobiliário cresceu 266% desde 2017

Segundo levantamento publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, o patrimônio imobiliário de Moraes e de sua esposa, Viviane Barci, aumentou 266% desde 2017, ano em que o ministro passou a integrar o STF.

Atualmente, o casal possui 17 imóveis avaliados em cerca de R$ 31,5 milhões. Nos últimos cinco anos, teriam sido investidos aproximadamente R$ 23,4 milhões na compra de propriedades em São Paulo e Brasília, com pagamentos registrados como feitos à vista.

A Transparência Internacional também mencionou possíveis conexões ainda não esclarecidas envolvendo o empresário Daniel Vorcaro e o Banco Master, citadas em reportagens recentes.

Críticas à falta de investigação pela PGR

A entidade criticou a Procuradoria-Geral da República (PGR), afirmando que o órgão ainda não abriu investigação formal sobre o caso, apesar das informações divulgadas pela imprensa.

Para a organização, os indícios apresentados justificariam uma apuração mais aprofundada por parte das autoridades competentes.

Relações e questionamentos levantados

Reportagens também mencionam encontros entre Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, além de contatos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em um contexto que envolveria interesses relacionados ao Banco Master.

Outro ponto citado é um contrato firmado entre Viviane Barci e a instituição financeira, no valor de R$ 129 milhões, considerado atípico para o mercado jurídico. Também foram mencionadas viagens realizadas em jatos ligados ao empresário ao longo de 2025.

Até o momento, não há investigação formal em andamento contra o ministro.


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