23/02/2026
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jovem que tenta invadir o resort de Donald Trump na Flórida

jovem que tenta invadir o resort de Donald Trump
Foto reprodução

O que deveria ter sido um fim de semana comum em Palm Beach, na Flórida, terminou em um episódio dramático que colocou as forças de segurança dos Estados Unidos em alerta máximo. No domingo, 22 de fevereiro, agentes do Serviço Secreto, em conjunto com a polícia local, abatiram um jovem de 21 anos que tentava invadir o perímetro de Mar-a-Lago, o resort de luxo que também serve como residência do presidente Donald Trump. O incidente reacendeu preocupações sobre a proteção de autoridades de alto escalão e trouxe à tona detalhes inquietantes sobre o perfil do invasor.

Identificação do suspeito e histórico digital preocupante

O jovem foi identificado como Austin Tucker Martin, morador da região e sem antecedentes criminais significativos que o colocassem previamente no radar das autoridades federais. No entanto, sua atividade digital revelava um cenário muito mais complexo.
Segundo informações atribuídas a fontes ligadas à investigação conduzida pelo FBI, Martin apresentava comportamento isolado e passava longas horas em fóruns anônimos da internet. Seu envolvimento intenso com teorias conspiratórias, especialmente aquelas relacionadas ao caso do bilionário Jeffrey Epstein, teria sido o principal motivador de sua ação.

A obsessão pelo tema teria se intensificado com a divulgação contínua de documentos e especulações envolvendo figuras públicas, alimentando a crença de que ele precisava agir por conta própria para “descobrir verdades ocultas”.

A tentativa de invasão e a resposta das forças de segurança

A ação do jovem demonstrou sinais claros de premeditação. Ele se aproximou dos portões externos da propriedade portando uma espingarda e carregando um galão de combustível — um elemento que elevou imediatamente o nível de ameaça.
Para os investigadores, a presença do material inflamável sugere que Martin poderia estar planejando provocar um incêndio ou causar danos estruturais significativos ao resort.

Antes que conseguisse avançar para áreas internas, ele foi interceptado pelos agentes de segurança. Diante da recusa em se render e abandonar as armas, os agentes abriram fogo para neutralizar o risco iminente. Martin morreu no local.

Família presidencial estava fora da propriedade

No momento do ataque, o presidente Donald Trump e a primeira-dama, Melania Trump, estavam em Washington, a mais de mil quilômetros de distância. Apesar disso, o episódio expôs novamente a vulnerabilidade de propriedades associadas a figuras políticas importantes, especialmente diante de indivíduos radicalizados pela internet — muitas vezes classificados como “lobos solitários”.

Investigações preliminares indicam que Martin acreditava que poderia encontrar informações ocultas relacionadas ao caso Epstein dentro da propriedade, motivado por narrativas conspiratórias amplamente disseminadas online.

Investigações em andamento

O FBI e o Serviço Secreto agora concentram esforços na análise dos dispositivos eletrônicos do suspeito. O objetivo é identificar possíveis cúmplices, mapear sua rede de contatos e determinar se ele agiu totalmente sozinho ou sob influência de grupos extremistas.

Enquanto as autoridades avançam na investigação, o caso reacende o debate sobre o impacto da radicalização digital na segurança pública e sobre como teorias conspiratórias podem levar indivíduos a ações extremas e imprevisíveis.


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