04/02/2026
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Senado atinge número mínimo de assinaturas para investigar fraudes no Banco Master

A oposição no Senado Federal chegou, nesta segunda-feira (19), a 42 assinaturas favoráveis à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso do Banco Master. O número supera o mínimo exigido para a instalação do colegiado e fortalece o movimento por uma investigação formal no Legislativo. Leia mais: Nikolas Ferreira inicia caminhada de 240 km até Brasília para protestar contra prisão de Bolsonaro O pedido de abertura da CPI foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e já conta com o apoio de mais da metade dos senadores. No requerimento, o parlamentar defende que a comissão tenha duração inicial de 90 dias, com foco na apuração de possíveis fraudes envolvendo a instituição financeira, que foi liquidada pelo Banco Central. Pressão sobre a presidência do Senado Com o número de assinaturas atingido, cresce a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), responsável por ler o requerimento em plenário para que a CPI seja oficialmente instalada. Sem essa leitura, os trabalhos não podem ser iniciados. Além da CPI no Senado, há outras frentes em andamento no Congresso Nacional. Um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que reúne deputados e senadores, já alcançou o número mínimo de apoios ainda em dezembro de 2025. A proposta é liderada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ). Também existe um pedido para a criação de uma CPI específica na Câmara dos Deputados. Parlamentares articulam para que esses requerimentos sejam lidos logo na primeira sessão do ano legislativo de 2026, acelerando o início das investigações. Apoios da oposição e da base governista Entre os senadores que assinaram o requerimento de Eduardo Girão estão líderes de partidos de oposição, como Tereza Cristina (PP-MS), Carlos Portinho (PL-RJ), Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e Carlos Viana (Podemos-MG). O movimento também recebeu adesões de parlamentares da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como Eduardo Braga (MDB-AM) e Omar Aziz (PSD-AM), o que amplia o peso político da iniciativa. Com o avanço das assinaturas, a CPI do Banco Master se consolida como um dos principais temas do início dos trabalhos legislativos de 2026.
Foto: Agência Senado

O pedido de abertura da CPI foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e já conta com o apoio de mais da metade dos senadores.

A oposição no Senado Federal chegou, nesta segunda-feira (19), a 42 assinaturas favoráveis à criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso do Banco Master. O número supera o mínimo exigido para a instalação do colegiado e fortalece o movimento por uma investigação formal no Legislativo.

O pedido de abertura da CPI foi apresentado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) e já conta com o apoio de mais da metade dos senadores. No requerimento, o parlamentar defende que a comissão tenha duração inicial de 90 dias, com foco na apuração de possíveis fraudes envolvendo a instituição financeira, que foi liquidada pelo Banco Central.

Pressão sobre a presidência do Senado

Com o número de assinaturas atingido, cresce a pressão sobre o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), responsável por ler o requerimento em plenário para que a CPI seja oficialmente instalada. Sem essa leitura, os trabalhos não podem ser iniciados.

Além da CPI no Senado, há outras frentes em andamento no Congresso Nacional. Um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que reúne deputados e senadores, já alcançou o número mínimo de apoios ainda em dezembro de 2025. A proposta é liderada pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ). Também existe um pedido para a criação de uma CPI específica na Câmara dos Deputados.

Parlamentares articulam para que esses requerimentos sejam lidos logo na primeira sessão do ano legislativo de 2026, acelerando o início das investigações.

Apoios da oposição e da base governista

Entre os senadores que assinaram o requerimento de Eduardo Girão estão líderes de partidos de oposição, como Tereza Cristina (PP-MS), Carlos Portinho (PL-RJ), Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e Carlos Viana (Podemos-MG).

O movimento também recebeu adesões de parlamentares da base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), como Eduardo Braga (MDB-AM) e Omar Aziz (PSD-AM), o que amplia o peso político da iniciativa.

Com o avanço das assinaturas, a CPI do Banco Master se consolida como um dos principais temas do início dos trabalhos legislativos de 2026.


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Senado atinge número mínimo de assinaturas para investigar fraudes no Banco Master