14/03/2026
Pesquisar

📲 Entre no CANAL DO MANAUSTIME NO WHATSAPP e receba notícias diretamente no seu dispositivo.

Pedagogo que matou colegas em escola no Rio não aceitava ser chefiado por mulheres

Pedagogo que matou colegas em escola no Rio
Foto reprodução

Na tarde desta sexta-feira (28), a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o que motivou João Antônio Miranda Tello Ramos a matar duas colegas de trabalho a tiros no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) do Maracanã, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Informações iniciais apontam que o agressor não aceitava ser chefiado por uma mulher.

As vítimas

Uma das vítimas foi Allane de Souza Pedrotti Matos, 41 anos, diretora da equipe pedagógica. Após desentendimentos com ela, a direção decidiu transferir João Antônio para outra unidade do Cefet. Inconformado, chegou a recorrer ao Ministério Público Federal (MPF) para tentar retornar ao setor de origem.

A segunda vítima foi Layse Costa Pinheiro, 40 anos, psicóloga da instituição. O ataque aconteceu no setor de pedagogia da unidade Maracanã, onde João disparou contra Layse e, em seguida, contra Allane.

O desfecho e atendimento médico

O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrênci às 15h50 e encaminhou as vítimas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio. Infelizmente, ambas não resistiram aos ferimentos. O atirador se matou em seguida e PMs o encontraram instantes após o ataque.

Histórico do agressor

Após problemas no novo posto de trabalho, a Justiça decidiu afastá-lo cautelarmente. Todavia, um laudo psiquiátrico constatou que ele estava apto a retornar às funções no Cefet Maracanã antes do trágico episódio.

Posicionamento da instituição

A direção-geral do Cefet emitiu nota de pesar, lamentando “profundamente essa tragédia, que chocou a comunidade acadêmica”. A instituição decretou luto oficial de cinco dias, a partir de segunda-feira (1º).


Descubra mais sobre Manaustime

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Pedagogo que matou colegas em escola no Rio não aceitava ser chefiado por mulheres