01/09/2026
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CEO da Rumble manda recado ao ministro Moraes: ‘Nos veremos no tribunal’; veja

Moraes
Foto reprodução

Brasil – O CEO da plataforma de vídeos Rumble, Chris Pavlovski, publicou em seu perfil na rede social X, nesta quarta-feira (19/2), uma mensagem direta ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Pavlovski afirmou que a empresa não obedecerá ao que ele considera “ordens ilegais” emitidas pelo magistrado. No post, ele também mencionou uma ação judicial contra Moraes nos Estados Unidos.

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– Oi, Alexandre [de Moraes]. A Rumble não cumprirá suas ordens ilegais. Em vez disso, nos veremos no tribunal. Atenciosamente, Chris Pavlovski – escreveu.
Moraes se tornou alvo de uma ação judicial na Justiça dos Estados Unidos, acusado de violar a soberania americana. A ação é movida conjuntamente pelas empresas Trump Media, associada ao ex-presidente Donald Trump, e pela Rumble. O caso está sendo julgado em um tribunal federal da Flórida.

De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, que foi o primeiro a divulgar a informação, as empresas alegam que Moraes violou a legislação americana ao ordenar a suspensão da conta do jornalista Allan dos Santos na Rumble.
– Moraes agora está tentando contornar completamente o sistema legal americano, utilizando ordens sigilosas de censura para pressionar redes sociais americanas a banir o dissidente político [Allan dos Santos] em nível global – declarou Pavlovski à Folha.

A Trump Media se juntou à Rumble na ação, argumentando que a restrição das operações da Rumble no Brasil também afeta seus serviços, uma vez que a plataforma de vídeos fornece suporte essencial para a rede social Truth Social.
A Rumble se posiciona como uma alternativa ao YouTube, destacando-se por ser “imune à cultura do cancelamento”. Isso tem atraído produtores de conteúdo que enfrentam restrições em outras plataformas, como Paulo Figueiredo, Rodrigo Constantino e Bruno Aiub (Monark).

Allan dos Santos, por sua vez, é alvo de investigações no Brasil pelo STF, acusado de disseminar desinformação e ofender ministros da Corte. Existe um mandado de prisão preventiva contra ele, mas, como Santos reside atualmente nos Estados Unidos, a ordem não pode ser cumprida.


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