01/09/2026
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Inteligência Artificial pilota drone de combate da Força Aérea dos EUA pela primeira vez

Drone IA
Foto reprodução

Objetivo da Força Aérea dos EUA é usar a IA para reduzir os riscos e os custos com a manutenção de aeronaves

A inteligência artificial também pode ser utilizada para fins militares. Nos Estados Unidos, por exemplo, a IA pilotou, pela primeira vez, um drone de combate experimental da Força Aérea americana. A missão durou três horas e foi considerada um sucesso.

O uso da IA para pilotar um drone faz parte do programa Skyborg Vanguard, que prevê o desenvolvimento da tecnologia para realização de voos militares de maneira segura. O voo experimentar foi realizado no Complexo de Teste e Treinamento de Eglin, na Flórida.

A inteligência artificial foi treinada em um simulador e aprimorou suas habilidades de pilotagem, segundo informações do New Atlasafe01f29 6a62 4c70 8b75 779477b1e0b5b322156a 841e 442c 9807 9b5b800d037d“A missão provou uma estrutura de segurança de várias camadas em uma aeronave não tripulada voada por IA e demonstrou a tecnologia resolvendo um ‘problema de desafio’ taticamente relevante durante as operações aéreas”, disse o coronel Tucker Hamilton, chefe de testes e operações de IA da Força Aérea dos EUA.

Uso da IA para fins militares

  • O objetivo do Pentágono é reduzir os riscos e os custos com a manutenção de pilotos em aeronaves, fornecendo uma alternativa robótica que pode escoltar e trabalhar com aeronaves de caça, além de ser enviada para áreas consideradas perigosas.
  • Com uma envergadura de 6,7 metros e uma velocidade máxima de 1.050 km/h, o drone experimental, apelidado de Valkyrie, é capaz de transportar até oito armas, incluindo bombas de pequeno diâmetro.
  • “A IA será um elemento crítico para futuros combates de guerra e a velocidade com que teremos que entender o quadro operacional e tomar decisões. IA, Operações Autônomas e Equipes Homem-Máquina continuam a evoluir em um ritmo sem precedentes e precisamos dos esforços coordenados de nosso governo, academia e parceiros da indústria para acompanhar o ritmo”, destacou o General de Brigada Scott Cain, comandante do Laboratório de Pesquisa da Força Aérea americana.

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